Curso de História(s) do Cinema com Miguel Haoni

Sobre o curso:

A mais de cem anos, o cinema acompanha, registra e encanta homens e mulheres pelo mundo inteiro. Sua trajetória muitas vezes confunde-se com os próprios movimentos perpetrados pelo homem contemporâneo. Nossas vitórias, medos, paixões e misérias foram por vezes, filmadas e projetadas como imagens em movimento. Por conta disto e de seu inestimável valor intelectual e estético, o Cinema configurou-se como a maior contribuição artística do século XX, o que não significa que seja visto, nos dias de hoje, como tal.

A realidade prática nos coloca diariamente em presença de imagens em movimento. Seja na TV, no computador e até mesmo em filmes, o ritual de fruição estética da linguagem audiovisual é gradualmente vulgarizado. A exemplo disso temos o crescimento avassalador do mercado de DVDs piratas que em sua grande maioria, dispõe de um catálogo extenso de títulos lastimáveis, filmes sem valor.

Tal condição torna premente a necessidade de um estudo detido e minucioso sobre o Cinema enquanto linguagem artística. Neste sentido apresenta-se o Curso de História(s) do Cinema, aqui dividido em seis unidades e nove aulas que dão conta de grandes períodos na linha evolutiva da sétima arte. A opção por uma perspectiva histórica não apenas dinamiza a abordagem do objeto estudado, mas também permite questionamentos fundamentais nesta empreitada: Quais foram as permanências e modificações na linguagem cinematográfica ao longo dos anos? Qual o papel das vanguardas e dos movimentos conservacionistas nesta história? Quais as principais escolas estéticas? Qual a ligação entre o cinema e a sociedade através do tempo?

Estas perguntas serão a base norteadora do curso aqui apresentado.

Sobre as unidades:

Unidade um Artífices da transparência: o cinema clássico

Após a sua conturbada gênese, o cinema atravessou um processo de moralização simultâneo ao desenvolvimento de sua linguagem específica. Protagonizado por cineastas americanos, o "cinema clássico" representou a libertação dos códigos cinematográficos de seus correlatos nas outras artes. Apesar da domesticação posterior, sua criação entretanto, representou um dos momentos mais criativos na história.

Unidade dois A tradição do cinema narrativo clássico no Japão

O cinema clássico grassou uma rcepção mundial imensa atingindo os mais distantes pólos de produção. No Japão, os cineastas que antes, durante e após a Segunda Guerra operavam a matriz melodramática associada ao zen e à crise da modernização, ofereciam ao mundo uma forma particular de arte. A decupagem de Yasujiro Ozu e a mise-en-scène de Kenji Mizoguchi não apenas representavam uma variação formal mas uma maneira única e inovadora de observar o mundo.

Unidade três A imagem fluida ou as Vanguardas de 1920

Na Europa dos anos 20, enquanto o cinema se enrijecia num padrão clássico, diversas cinematografias nacionais propunham novas formas de abordagem audiovisual. O impressionismo e o surrealismo na França, o expressionismo na Alemanha e as pesquisas de montagem na União Soviética ofereciam uma oposição selvagem ao modelo cinematográfico hegemônico.

Unidade quatro Uma câmera na mão e muita raiva: Glauber Rocha e o Cinema Novo

Após o lançamento do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, o cinema brasileiro havia entrado definitivamente por uma nova vereda. O contato entre grupos de jovens cineastas na Bahia e no Rio de Janeiro afinava aquilo que desencadearia um dos movimentos cinematogáficos mais importantes do 3° mundo. O Cinema Novo brasileiro deixou um legado valiosíssimo para o audiovisual latino americano e através da trajetória de seu maior mestre, Glauber Rocha, acompanharemos como a revolução chegou às telas do país.

Unidade cinco A cine-hipnose ou o estilo em Stanley Kubrick

Stanley Kubrick foi um cineasta único no panorama do cinema moderno. Seus filmes mostravam uma ampla consciência do potencial dos gêneros clássicos, mas sobretudo uma manipulação do tempo que atuava diretamente na respiração dos espectadores. Concebendo o cinema como um mantra, Kubrick concebeu obras-primas, tornando-se um dos maiores artistas-pensadores sobre a violência no século XX.

Unidade seis Sangue de Poetas: panorâmica sobre a violência no cinema

Desde sua gênese, a história do cinema confunde-se com a história do cinema de violência, seja nos clássicos filmes de gênero hollywoodiano, ou os gritos de fome no Cinema Novo latino. Espetáculo vulgar ou expressão lírica, a violência sempre foi grande parceira do cinema, e em torno dela, suas vantagens e desvantagens éticas e estéticas, compreenderemos as funções das tripas e miolos na arte contemporânea.

*Miguel Haoni é cineclubista, diretor da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema. Coordenou os projetos Cine Uepa e Cinema na Casa e participou do Cine EGPA , Sessão Maldita, Cineclube da Aliança Francesa, Coisas de Cinema e TV Clube, atualmente, coordena o Cine CCBEU, Cineclube do Colégio Sucesso e o projeto INOVACINE-FAPESPA, além de escrever crítica de cinema para o Jornal Amazônia.

Curso de História(s) do Cinema
com Miguel Haoni
dias: de 10 à 30 de maio (segundas, terças e sextas) Sábados: 15 às 18h
Investimento: R$ 50,00


O Dia em que a Terra Parou na noite de Estudos de Cinema




Na próxima sexta feira dia 08/04 Damos inicio a mais uma noite de Estudos de Cinema com o tema CINEMA E FICÇÃO CIENTÍFICA e exibição do filme “O Dia em que a Terra Parou” de Robert Wise e na sequencia debate Com Arnaldo Prado Junior
A sessão é GRATUITA e marca a abertura dos cursos de Abril na Caiana Filmes
veja a programação completa de cursos aqui.

Ficha Técnica
O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still, EUA, 1951)
Direção: Robert Wise
Roteiro de Edmund H. North baseado em história de Harry Bates.
Filmado em Preto e Branco
Direção de fotografia: Leo Tover
Música: Bernard Herriman
Elenco: Michael Rennie, Patricia Neal, Hugh Marlowe, Sam Jaffe

Resumo do argumento – Uma espaçonave em forma de disco pousa em Washington. O governo dos EUA tenta tranquilizar a população para evitar o pânico, alertando que notícias de exércitos invasores e destruição em massa são boatos totalmente falsos. No entanto, a espaçonave é cercada por um cordão de isolamento com tropas do exército com tanques e artilharia; atrás há uma multidão de curiosos.
Ao descer da espaçonave o alienígena Klaatu (Michael Rennie) anuncia que vem em paz, mas ao fazer um movimento tirando um objeto da roupa e acionando-o é atingido por um tiro disparado por um militar. Na verdade o objeto era um presente para o presidente. Levado a um hospital militar Klaatu pede para falar com todos os dirigentes do planeta, mas não consegue em consequência das divergências entre as diversas potências mundiais.
Ele não veio como invasor para conquistar, mas para alertar os dirigentes do planeta sobre a ameaça que éramos para um universo pacífico, por causa da utilização da energia atômica. Aqui, era a época da Guerra Fria real com Estados Unidos e União Soviética alimentando um mundo bipolar.


Contexto político – A chamada Guerra Fria torna-se aquecida com a Guerra da Coreia (1950-1953), com os EUA apoiando a Coreia do Sul e a URSS do lado da Coreia do Norte. Após os bombardeios em Hiroshima e Nagasaki realizados pelos EUA, o perigo nuclear torna-se real e a Guerra da Coreia poderia ser um novo campo para a utilização da Bomba A. Assim, o filme de Robert Wise, de 1951, enfocou, na ficção científica no cinema, uma questão de reais implicações no mundo político, científico e tecnológico. E continua atual, pois a energia nuclear, seja para fabricação de artefatos bélicos, seja para a geração de energia elétrica, continua sendo uma questão polêmica e poderá colocar em risco mesmo a sobrevivência do planeta.

Comentário – O filme de Robert Wise, com roteiro de Edmund H. North baseado em história de Harry Bates é consistente tanto do ponto de vista político como do cinematográfico. Na área política, os EUA não aparecem mais como salvadores do planeta. Klaatu exige reunir-se com todos os dirigentes do mundo para apresentar sua mensagem e não se dobra, apesar das dificuldades. Na verdade, todos são igualmente responsáveis. Ainda mais, os interlocutores confiáveis são os cientistas e não mais os militares, uma mudança que trouxe algumas reflexões em que o poder das armas foi deixado de lado. Cinematograficamente a narrativa, predominantemente linear, é bem construída, simples e direta, não há complicação sintática e nem semântica e nem truques ou efeitos especiais. Os cortes, a iluminação, a alternância e mudança de planos, a intercalação do noticiário da televisão, de rádio e de jornais, enfim, cada detalhe é bem trabalhado para a construção de uma narrativa fluente e clara. Wise é muito cuidadoso, sabe contar uma história, a simplicidade a favor da mensagem que o alienígena traz aos habitantes da Terra. O cineasta não economiza em detalhes, definindo precisamente duas tendências, a favor e contra a perspectiva de uma paz mundial e os riscos de uma guerra atômica. No discurso final de Klaatu, feito a uma platéia de cientistas e militares, na iminência de deixar a Terra, após passar por um processo de ressurreição tecnológica, há uma frase incrivelmente emblemática: “Não cabe a nós [interferir em] como vocês administram seu planeta, mas se ameaçarem expandir sua violência, esta Terra será reduzida a cinzas.”
Um fato interessante que veio facilitar as análises foi Klaatu ter o mesmo aspecto físico, a mesma fisiologia dos humanos, permitindo, assim, que ele se misturasse com a população e pudesse avaliar seus comportamentos conseguindo, inclusive, apoio a sua mensagem.

O Curso de Cinema e Ficção Científica - Mr. Nobody (Bélgica, 2009), filme escrito e dirigido por Jacob Van Dormael é o exemplo mais recente de que a ficção científica no cinema é um vertente de grande importância no âmbito da Sétima Arte.
A partir de A Viagem a Lua (Le Voyage Dans la Lune, 1902), realizado por Georges Méliès, que pode ser considerado o primeiro filme de ficção científica, o gênero foi, pouco a pouco, às vezes claudicante e até desconsiderado, ganhando espaço com a adesão de reconhecidos cineastas.
A ficção científica no cinema apresenta várias vertentes, uma delas, aliás, a mais condizente com a designação do gênero, enfoca especulações sobre consequências do desenvolvimento da ciência, projetadas no futuro, consequências essas em geral motivadas por desvios de um dos objetivos da ciência, o de melhorar a qualidade de vida da humanidade, ou por acidentes em experiências de extremo risco. Em muitos casos, caminhos tortuosos são explorados, levando a tragédias, deformações e catástrofes e que resultam em grandes prejuízos para o ser humano e até para o planeta.
A exploração do espaço e a existência de outros planetas habitados por seres inteligentes, pacíficos ou conquistadores, é outro caminho bastante explorado.
Viagens no tempo, para o futuro e de volta para o passado, têm lugar de destaque nas realizações.
Especulações sobre a origem e o fim do universo também estão presentes no cinema de ficção científica. Como surgiu o Universo? Terá um fim? De onde viemos, o que estamos fazendo aqui, para onde vamos?
A ficção científica permite avançar as especulações sobre o desconhecido, o inusitado, o incrível, sem limites para a imaginação. Ao mesmo tempo é um campo aberto a análises e críticas sociais e políticas, a sistemas de governo e ideologias chegando até a religião, discutindo a existência de Deus. Enfim, incorpora-se aos diversos gêneros, estilos, tendências, vertentes, a qualquer designação que se queira dar às realizações cinematográficas.

Desenvolvimento do curso
O desenvolvimento do curso irá seguir uma linha cronológica, começando com A Viagem à Lua de Méliès até as realizações mais recentes, com destaque para Mr. Nobody, de Jaco Van Dormael. Trechos dos filmes comentados serão exibidos durante o curso, com debates com participação de todos no sentido de construir conhecimento sobre o tema. Tópicos específicos destacando algumas vertentes serão trabalhados com análises dos filmes mais relevante em cada grupo. A seguir alguns desses enfoques:
• Viagens no Tempo
Em 1960 George Pal dirigiu a Máquina do Tempo (The Time Machine, EUA), com roteiro de David Duncan baseado em H. G. Wells. Em 2002, o bisneto de Wells dirigiu The Time Machine (A Máquina do Tempo, EUA) com roteiro de John Logan baseado em Wells e no roteiro de David Duncan, do filme de 1960.
Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, EUA, 1968), de Franklin J. Schaffner.
De Volta para o Futuro (Back to the Future, EUA, 1985) de Robert Zemeckis teve uma continuação, ainda na década de 1980, De Volta para o Futuro Parte II (Back to the Future Part II, EUA, 1989) do mesmo direto e outra em 1990, De Volta para o Futuro Parte III (Back to the Future Part III, EUA, 1990), também de Zemeckis.
O Exterminador do Futuro (The Terminator, Reino Unido/EUA), 1984), dirigido por James Cameron
Efeito Borboleta (The Butterfly Effect, EUA / Canada, 2004), escrito e dirigido por Eric Bress e J. Mackye Gruber.
Mr. Nobody (Bélgica, 2009), filme escrito e dirigido por Jacob Van Dormael é um exemplo recente de que a ficção científica no cinema é um vertente de grande importância no âmbito da Sétima Arte.
• O Duplo
A vertente do cinema de ficção científica diretamente associada ao horror tem na literatura do escocês Robert Louis Stevenson uma fonte de inspiração que vem desde 1912. A novela de Stevenson The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hide (O Estranho Caso do Dr. Jekyll e do Sr. Hide) serviu de base para vários filmes com o mesmo título original: Dr. Jekyll and Mr. Hide. Em português a novela e os filmes foram divulgados como O Médico e o Monstro. O livro é de 1885 e foi adaptado para o teatro em 1887 por Thomas Russell Sullivan, peça apresentada em Londres e depois em Boston. (SICLIER e LABARTHE, 195? p. 38)
Classificado como um curta de horror, com 12 minutos de duração, Dr. Jekyll and Mr. Hide (EUA) foram para as telas em filme dirigido por Lucius Henderson, com os créditos de escritores dados a Robert Louis Stenvenson (novela) e Thomas Russell Sullivan (peça teatral) (DR, JEKYLL..., 1912).
Em 1931, Dr. Jekyll and Mr. Hide tem nova aparição no cinema, em filme dirigido por Rouben Mamoulian, com roteiro de Samuel Hoffenstein e Percy Heath, baseado na novela de R. L. Stevenson (DR. JEKYLL..., 1931). Outra produção sobre Dr. Jekyll and Mr. Hide, desta vez dirigida por Victor Fleming, já com título em português O Médico e o Monstro registrado em The Internet Movie Database (IMDb); os créditos são dados para Stevenson (novela), John Lee Mahin (escritor) e para Percy Heath e Samuel Hoffenstein, autores do roteiro do filme de 1931; estes dois últimos não constam dos créditos no filme. (O MÉDICO..., 1941)
Em 1996 Stephen Frears realizou o filme O Segredo de Mary Reilly (Mary Reilly, EUA), com roteiro de Christopher Hampton, da novela de Valerie Martin; não há referência a Stevenson apesar de contar a história de uma mulher que trabalha na casa do Dr. Jekyll como empregada; Mr. Hide também está no filme. Mary é interpretada por Julia Roberts e Jekyll/Hide por John Malcovitch. (O SEGREDO..., 1996)
• Robôs, Andróides/Replicantes e Homens Artificiais
Metrópolis (Metropolis, Alemanha, 1926/1927), dirigido Fritz Lang, com roteiro de Thea von Harbou de sua novela e Fritz Lang (uncredited)
Blade Runner – O Caçador de Andróides (Blade Runner, EUA/Hong Kong, 1982)dirigido por Ridley Scott, escrito por Hampton Fancher , David Webb Peoples, baseado na novela "Do Androids Dream of Electric Sheep?"de Philip K. Dick

O Exterminador do Futuro (The Terminator, Reino Unido/EUA), 1984) dirigido por James Cameron, escrito por Harlan Ellison, James Cameron e Gale Anne Hurd

Matrix (The Matrix, EUA/Australia, 1999), de Wachowski), Matrix Revolutins (The Matrix Revolutions, Australia/EUA, 2003) e Matrix Reloaded (The Matrix Reloaded, EUA/Australia, 2003), ambos dirigido e escrito pelos irmãos Andy e Larry(Laurence/Lana) Wachowski.
IA - Inteligência Artificial (Artificial Intelligence: AI, 2001, EUA), dirigido por Steven Spielberg, escrito por Ian Watson, Steven Spielberg, Brian Aldiss (conto "Supertoys Last All Summer Long”)

• Filmes Distópicos
Alguns filmes de ficção científica ambientados em um mundo distópico:
O Planeta dos Macacos
Alphaville
Blade Runner
O Dorminhoco
Fahrenheit 451
Gattaca
Laranja Mecânica
Matrix
Metropolis
Minority Report
Robocop

Rollerball
Soldier
THX 1138
Tron
Tron:_Legacy

• A segunda guerra mundial e a guerra fria
O Dia em que a Terra Parou
Dr. Fantástico

Ensaio fotográfico e a mágica do olhar

Programação

Uma das frases mais conhecidas de Cartier Bresson: ‘‘Fotografar, é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração”, traduz bem o objetivo desta oficina, onde os participantes, através dos ensaios fotográficos, exercitarão a razão, o pensar fotográfico, a desoxigenação do olhar, além da emoção na captura e leitura das imagens. Ainda nesta linha, na busca de uma nova visão e ampliação de percepções, Bresson complementa: ‘’É preciso esquecer-se, esquecer a máquina... estar vivo e olhar”. Sendo assim, que tal ousar, deixar alguns modelos de lado e exercitar a magia de um novo olhar?

Módulo 1
Dia 12 maio (19 às 22h)
Noções básicas de fotografia
Elementos importantes para a concepção de imagens diferenciadas
Apresentação de imagens que despertem a criatividade
Preparação para o ensaio fotográfico

Dia 14 maio (19 às 22h)
Saída fotográfica: ensaio fotográfico com uma artista paraense, direção Ana Mokarzel e produção Caina Filmes

Dia 16 maio (19 às 22h)
Edição das imagens (apresentação, escolha das imagens e feedback)
Orientações sobre a próxima etapa

Módulo 2
Dia 18 maio(19 às 22h)
Percepção e filtros perceptivos
Desoxigenção do olhar
Preparação para o ensaio fotográfico

Dia 19 maio(19 às 22h)
Saída fotográfica: ensaio fotográfico com direção e produção dos participantes

Dia 20 maio (15 às 18h)
Edição das imagens (apresentação, escolha das imagens e feedback)
Avaliação

Investimento: R$ 150.00



Ana Mokarzel
Fotógrafa paraense, com trabalhos fotográficos em:
Exposições
Exposição coletiva “Diversidade Religiosa Brasileira” - Fotoativa - Curadoria Guy e Michel Pinho - 7 de abril a 8 de maio 2011
Exposição coletiva “Meu primeiro Círio”- Curadoria Emanuel Franco - SESC/2010
Exposição coletiva “Peregrina” - Curadoria Emanuel Franco - Espaço Cultural Banco da Amazônia/2010
Exposição coletiva “Almas à Nu” – Portugal/2008
Exposição coletiva “Foto Varal” – Belém/2007
Exposição coletiva “Ars Lex” – CCBEU/2009
Salões
“Pequenos Formatos” - Unama/2010
“Salão da Vida” - Hosptal Ofir Loyola/2010
“Primeiros Passos” – CCBEU/2009
“Primeiros Passos” – CCBEU/2008
Premiações

Fotografia realizada para a artista plástica Berna Reale com a qual recebeu o 1º prêmio do Arte Pará 2009, atribuído à sua fotoperformance “Quando Todos Calam”.
Menção Honrosa – “Primeiros Passos” – CCBEU/2009
Publicações
Revista “Fotografe Melhor” – Agosto/2009 – página dupla com entrevista e imagens
Livro de fotografia: “Feminina Lente” - 2008
Publicações em revista japonesa de turismo, no Jornal Diário do Pará, em sites brasileiros e portugueses: www.anamokarzel.com, www.olhares.com/anamokarzel, www.flickr.com/photos/anamokarzel/

Caiana abre inscrição para Oficina de Prática com a mesma câmera do seriado “24 Horas”

Como principal objetivo revelar informações precisas sobre esta área de conhecimento, fornecendo a troca de experiência entre alunos e professores especializados neste gênero. A Oficina de Prática de cinema com Câmeras DSLR abre inscrições para Abril.

A Oficina terá gravação com câmera DSLR, com explicações sobre o uso de equipamentos e técnicas de produção de vídeo profissional utilizando as câmeras 7D e T2I com o uso de sofisticados recursos sobre linguagem cinematográfica e suas aplicações para fotógrafos alem do uso de steadicam e tripés especiais para filmagens

Para participar deste curso não é necessário pré-requisito de conhecimentos técnicos ou teóricos, nem mesmo a possuir uma câmera similar.

A oficina se divide em dois módulos:No primeiro, começando com duas seções de filmes que mostram um panorama do audiovisual no Brasil, com uma grande participação de produções de nossa região, isso fará com que os alunos entrem no universo de curtas e médias-metragens de ficção, documentários e making-of, estimulando assim a formação de idéias, a construção do argumento e roteiro a ser trabalhado na oficina.
No segundo, os participantes terão acesso aos métodos e formas de produção, direção, direção de fotografia, edição e finalização. Como resultado da oficina, será realizado um curta-metragem onde cada aluno terá seu nome nos créditos do mesmo, pensamos que esse é o melhor “Certificado” que um aluno possa receber.

A oficina têm como objetivo a iniciação e a prática no roteiro cinematográfico, assim como as etapas de produção e finalização de um filme passo a passo. Abordando temas relevantes que chamem atenção para o meio ambiente, sua realidade local e todo universo imaginário que o cinema desperta, a oficina vem abrir possibilidades para que moradores de centros urbanos, comunidades ribeirinhas e rurais possam expressar por meio de sete arte seus anseios e expectativas de como melhorar as condições do ambiente em que vivem.




Com conteúdo selecionado, como: exibição de curta metragens realizados na região, making-of de longas metragens e, sobretudo, conversas que levantem questionamentos sobre os temas dos filmes, os alunos aprenderão desde as técnicas para a construção de um roteiro até a fase em que aprenderão de forma prática como produzir e finalizar um curta metragem.
Memória e Visibilidade
O audiovisual é uma ferramenta de grande alcance nos dias atuais, com a popularização dos computadores e de seus softwares ficou muito mais acessível produzir vídeos de curtas-metragens por exemplo. Pensando em democratizar esta possibilidade é que se desenvolve a Oficina de Prática Cinematográfica objetivando criar memória de um lugar e de seu povo, fazendo eternizar registros produzidos por seus filhos.



Oficina de Prática de Cinema com Camera DSLR
com João Inácio
Dias: 13, 15, 16, 19, 20, 26, 27, 28, 29 e 30/4 horário: 19:00 às 22h
data de Gravações à Definir com a Turma
Investimento R$150,00

Ministrante:
João Inácio desenvolveu por sete anos o projeto Cinema BR em Movimento no Estado do Pará, trabalhando a distribuição alternativa de filmes e a inserção da linguagem cinematográfica na grade curricular de escolas públicas. No final de 2006, foi o roteirista premiado no concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas promovido pelo Ministério da Cultura. O roteiro de seu curta-metragem 'Shala' foi um dos 20 vencedores de todo o Brasil. É diretor da escola de cinema Caiana Filmes.

A oficina tem parceria com a M.A Filmes

Um dos mais importantes movimentos cinematográficos: A "Nouvelle Vague", volta a ser tema de curso na CAIANA



Inicio, meio, fim. Meio, fim, inicio.
O cinema pode ser pensado e realizado de uma forma diferente? Nos anos 50/60 um grupo de críticos/diretores de cinema resolve dizer que sim: o cinema pode ser feito de forma diferente e mais do que isso pode e deve revolucionar o pensamento cinematográfico.
O curso “Nouvelle Vague” vai mostra como esse estilo de filmar se transformou em um dos mais importantes movimentos cinematográficos da história do cinema. Conceitos, histórias, influências, diretores, filmes, atividades em grupo e debates. É uma oportunidade única de conhecer mais sobre a "Nouvelle Vague".


Renato Russo na música Eduardo e Mônica citava um dos mais importantes diretores da Nouvelle Vague para caracterizar Mônica como uma pessoa mais culta e antenada com um novo cinema. O estilo transgressor força o espectador a pensar e ser mais criativo na leitura fílmica.


Filmes feito por jovens e para jovens, unidos por uma vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites para o cinema mais comercial, as características desse estilo foi marca da pela intransigência com os moldes narrativos do cinema convencional, o amoralismo estava presente em quase todas as obras, refletindo uma sua geração expresa nos diálogos e numa montagem inesperada, original, sem concessões à linearidade narrativa contestando a produção vigente no pais.

Mas este estilo nao moreu e esta presente até hoje e influencio influenciou todo o mundo. Nomes famosos como Robert Altman, Francis Ford Coppola, Brian de Palma, Martin Scorsese, George Lucas tem em suas obras influencias claras sobre a Nouvelle Vague. Muitos dos cineastas, que iniciaram este novo estilo, reuniam-se em cineclubes para discutir as obras americanas e assim terem base para a forma antagonica que iriam aplicar em seus trabalhos. Os cineastas da Nouvelle Vague eram conhecidos como os novos turcos, geraram também a ruptura com o cinema totalmente de estúdio, que era o que imperava na França da década de 40. Incorporaram estilos e posturas da Pop Art ao teatro épico, textos de Balzac, Manet e Marx. Havia em seus, um questionamento novo, um erotismo pungente e até um romantismo tragicômico.

Cinema para todo mundo ver, aprender e fazer


Cinema para todo mundo ver, aprender e fazer

Promover a democratização do acesso ao conhecimento audiovisual. Esse é o objetivo do projeto CINEMA EM CURSO que chega à Escola Antonio Gondin Lins, na Cidade Nova VI em Ananindeua. Por meio de oficinas gratuitas, os professores irão aprender a utilizar o cinema como recurso pedagógico. Nas oficinas os educadores, além da parte teórica, terão contato com softwares para a edição de vídeos, habilitando-os a produzirem seu próprio material audiovisual didático. Esse processo ajudará os professores e alunos a realizarem trabalhos escolares com o suporte de vídeo.

Ao todo serão realizadas 5 aulas (com carga horária de 20 horas) apresentando técnicas para trabalhar com a linguagem audiovisual. O que contribuindo para leitura adequada de um filme, explorando-o numa perspectiva educativa e interligando o cinema as aulas de História, Geografia, Língua Portuguesa, Estudos Sociais, entre outros. O curso pretende ainda auxiliar os profissionais e estudantes na abordagem de temas transversais como: Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Ética, Saúde e Trabalho, Relações Sociais, Racismo, etc.

O curso será ministrado pelo cineasta João Inácio que há dez anos trabalha na produção e exibição de cinema em Belém. De acordo com Inácio, a partir desse aprendizado o educador irá dispor de mais um recurso importante para tornar o ensino mais atraente e produtivo. “O Cinema não deve substituir a aula formal, e sim ser utilizado como um instrumento completando o aprendizado de sala de aula. Considerando também que a obra cinematográfica torna-se facilitador das discussões derivadas do filme e suas entrelinhas, possibilitará trocas interpessoais, reforçando os laços de amizade e o crescimento individual de alunos e professores. E ainda, criando chances para que ambos produzam debates e reflexões a respeito de temas variados, certamente fomentará a construção de vasta discussão quando o educador poderá exercer literalmente seu papel na formação de cidadãos críticos, em busca de uma sociedade melhor”, diz o cineasta.


Inscrições Gratuitas para as Oficinas de Cinema como Recurso Pedagógico na Escola Antônio Godin Lins
Edereço: Conj. Cidade Nova VI, SN 21, s/n, Coqueiro, Ananindeua.
E-mail: escola.gondinlins@seduc.pa.gov.br
Fone: 32638986

MAIS SOBRE O PROJETO CINEMA EM CURSO

O projeto teve início em janeiro deste ano na Escola Placídia Cardoso no Bairro do Jurunas, em Belém. Mais de trinta alunos da 4ª etapa da turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e da 8ª série participaram das oficinas de audiovisual. Eles aprenderam noções sobre a história do audiovisual, uso dos equipamentos, produção de roteiro e outras informações técnicas. Ao fim do curso, os participantes produziram seus próprios vídeos.

O interesse da escola em receber o projeto CINEMA EM CURSO nasceu na disciplina de Artes, ministrada pela professora Lúcia Martins. Há três anos ela utiliza recursos audiovisuais no planejamento de suas aulas. A experiência da apresentação de filmes locais e nacionais desembocou na realização do Circuito Artístico em parceria com o Cinema em Curso da Caiana Filmes. A educadora avalia que a experiência tende a elevar a auto-estima e incentivar o protagonismo dos alunos de um bairro estigmatizado pela violência. O resultado pode ser visto no site: http://cinemaemcursobelem.blogspot.com

As escolas interessadas em receber o projeto Cinema em Curso devem procurar a Caiana Filmes, no telefone (091) 3343-4252

MAIS SOBRE JOÃO INÁCIO

João Inácio desenvolveu por sete anos o projeto Cinema BR em Movimento no Estado do Pará, trabalhando a distribuição alternativa de filmes e a inserção da linguagem cinematográfica na grade curricular de escolas públicas. No final de 2006, foi o roteirista premiado no concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas promovido pelo Ministério da Cultura. O roteiro de seu curta-metragem 'Shala' foi um dos 20 vencedores de todo o Brasil. É diretor da escola de cinema Caiana Filmes.

Caiana Filmes
Rua Diogo Moia, 986 · Umarizal · Belém · Pará · 66055170
Tel: (91)33434252 / 33434254

Noite de Estudos de Cinema abre mais uma temporada de Curso de Cinema

Para o lançamento do curso CINEMA BRASILEIRO e a programação de cursos para março, a Caiana Filmes exibirá dia 18/03 o filme “Vidas Secas” de Nelsom Pereira dos Santos Foi o único filme brasileiro a ser indicado pelo British Film Institute como uma das 360 obras fundamentais em uma cinemateca. Neste filme fica perceptível a influência marcante do neo-realismo italiano na obra do diretor Nelson Pereira dos Santos. A obra retrata fielmente a realidade brasileira não só da época em que o livro foi escrito, mas como nos dias de hoje tais como injustiça social, miséria, fome, desigualdade, seca, o que nos remete a idéia de que o homem se animalizou sob condições sub-humanas de sobrevivência. O diretor Nelson Pereira dos Santos foi indicado à Palma de Ouro de Cannes em 1964. "Vidas Sêcas" é um dos maiores representantes do cinema novo brasileiro, movimento importante dos anos 60 que reuniu grandes cineastas como Glauber Rocha, Carlos Diegues e Arnaldo Jabor, e impressionou a critica nacional e internacional pelo seu relato sobre a pobreza e a luta pela dignidade de seus personagens. Com um produção limitada, o diretor conseguiu captar toda a realidade relatada no livro do grande escritor Graciliano Ramos, sendo até hoje considerado uma das melhores adaptações literárias da história do cinema brasileiro.

Acompanhando o Longa será exibido o curta “como se morre no Cinema” de Luelane Correa. Produzido em 2002, o curta-metragem, narra a história do papagaio que participou das filmagens de "Vidas Secas" em 1962, e da cachorra Baleia, mostrando bastidores do filme e depoimentos de cineastas Prémios: Menção Especial no Festival Internacional de Documentários «É tudo Verdade» (Brasil); Melhor Filme, Melhor Filme «Júri Popular», Melhor Filme «Crítica» e Melhor Montagem em Curta Metragem no 30º Festival de Gramado (Brasil).


Ficha Técnica - Como se Morre no Cinema
Gênero Documentário
Diretor Luelane Loiola Corrêa
Elenco Henri Raillard, Jurandir Oliveira, Luiz Carlos Vasconcelos, Pablo Uranga, Stela Freitas
Ano 2002
Duração 20 min
Cor e P&B
Bitola 35mm

Vidas Secas
Direção: Nelson Pereira dos Santos
Ano:1963 País:Brasil Gênero:Drama Duração:103 min. / p&b Título Original:Vidas Secas Elenco: Atila Iório, Maria Ribeiro, Jofre Soares
Sinopse : Baseado na obra de Graciliano Ramos, mostra a saga da família retirante pressionada pela seca no sertão brasileiro. Fabiano, Sinhá Vitória, o filho mais velho e o mais novo, além da cachorra Baleia, atravessam o sertão tentando sobreviver.



Calendário Março 2011
Noite de Estudos de Cinema
Exibição dos filmes:
Vidas Secas de Nelson Pereira dos Santos
Como se Morre no Cinema de Luelane Corrêa
e debate com Marco Antonio Moreira Dia: 18/03 às 19:00h. Entrada Franca

Curso Formatação de Projeto para Curtametragem do MinC 2011 com João Inácio Aulas: Sábados: 19, 26/03 & 9, 16, 30/04 até Maio/2011 das 16:00h às 18:00h. Investimento: R$ 100,00

Curso Cinema Brasileiro com Marco Antonio Moreira
Dias: 22, 25, 29/03 & 1, 5, 7, 8, 12, - horário: 19 às 22h Investimento R$100,00
Dias: 21, , 24, 28, 31/03 e 4, 7, 11/04 horário: 19 às 22h Investimento R$100,00

Curso de Fotografia Noturna com César Sarmento
dias: 19, 26/03 e 2, 9, 16/04 Sábados: 18 às 21h Investimento: R$ 100,00

Caiana Filmes
Informações: Rua Diogo Moia, 986 · Umarizal · Belém · Pará · 66055170
Tel: (91)33434252 / 33434254

Dramaturgia e Roteiro para Teatro e Cinema, por Saulo Sisnando.


No próximo dia 21 de março, às 19h, terá inicio o curso de Dramaturgia e Roteiro para Teatro e Cinema, ministrado pelo dramaturgo e mestrando em Artes Saulo Sisnando.

Saulo Sisnando promete dar dicas sobre construção de diálogos, cenas, clímaces, personagens, entre outros. Também conversará com os participantes sobre o processo criativo de seus espetáculos teatrais, que já foram montados com sucesso não apenas em Belém, mas também em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Dentre tantos, “Cartas para Ninguém”, “Útero”, “Quatro Versus Cadáver”, selecionado pelo prêmio Myriam Muniz de teatro, “Os neuróticos”, há um ano em cartaz no Shopping da Gávea (RJ) e “O incrível Segredo da Mulher-Macaco”, também montado no Rio de Janeiro com os atores Wendell Bendelack (Sexo Frágil) e Rodrigo Fagundes (o “Patrick” do Zorra Total), que bateu recorde de público no FITA – Festival Internacional de Teatro de Angra, tendo sido assistido por mais de duas mil pessoas em uma única apresentação.

O Curso destina-se aos artistas, jovens escritores e outras pessoas interessadas em discutir dramaturgia.

Serviço:

Dramaturgia e Roteiro para Teatro e Cinema
Data: 21, 23, 28, 30/03 e 4, 7, 11, 14/04
Horário:
19h

Investimento: R$ 100,00
Local:Caiana Filmes
Rua Diogo Moia, 986 fone 33434252

LIA SOPHIA LANÇA CLIPE NA 3ª EDIÇÃO DO SEU BAILE BREGACHIC

3ª edição da festa tem como convidados Kim Marques, Juliana Sinimbú e DJ Pro.efX

A cantora Lia Sophia promove no Bar-Teatro Vitrola no sábado, 19 de março, a 3ª edição do Baile BregaChic, convidando a todos a assumir seus lados brega e chic, sem se preocupar com definições do que seria cafona ou cult, e principalmente se divertir.

Lia Sophia começou a aproximar os universos brega e chic em seu trabalho em 2006, num show que fez homenagem a seus pais, interpretando o que eles ouviam em casa quando ela era criança: brega, zouk e boleros. A repercussão do show animou-a a iniciar uma pesquisa que culminou na gravação do CD Amor Amor. A partir daí, a cantora teve a vontade de subverter os conceitos, tendo "misturar" como palavra de ordem, nascendo assim o Baile BregaChic, cuja primeira edição lotou o Favela Bar em 21 de agosto de 2010, como conta a própria Lia:

- A 1ª edição do Baile superou totalmente as minhas expectativas! A festa começou com o DJ PatrickTor4 mandando cúmbias, boleros, salsas, bregas – o set perfeito para a ocasião! Uma honra para mim a presença da banda Warilou do grande Manoel Cordeiro e dos queridos Nil e Rosemary. Já Eloy Iglesias arrebatou a todos com o seu clássico “Pecados de Adão”. No meu show, cantei músicas dos meus discos e também promovi misturas inusitadas como “Here Comes the Sun”, dos Beatles, em zouk, e o bolero “Quizás, Quizás” em salsa.
- Foi um grande sucesso o 2º Baile BregaChic, que a cantora Lia Sophia promoveu no dia 18 de dezembro de 2010, no Bar-Teatro Vitrola, em Belém, que contou com as participações de Dona Onete, Lucinha Bastos, Felipe Cordeiro e Dj Pro.Efx. Lia fez o show principal, apresentando músicas de seus três discos, com novos arranjos, já dentro do espírito bregachic que está moldando o novo som de Belém do qual ela é uma das pioneiras. Um dos momentos mais lindos foi quando o público que lotava o Vitrola cantou junto com Lia a bela "Ao Pôr do Sol". As duas inéditas que Lia apresentou, "Ai Menina" e “Salto Mortal” também já estão dentro do conceito bregachic.
A novidade da 3ª edição do Baile será o lançamento do Clipe da nova música de Lia Sophia chamada Salto Mortal. O clipe foi produzido pela turma da Caiana Filmes, sob a direção de Lucas Escócio. A música fará parte do novo disco da cantora que está em fase de pré-produção e deverá sair ainda este semestre.
A festa que acontece neste sábado (19/03) inicia com a discotecagem do DJ Pro.Efx e segue com o show de Lia Sophia, que terá as participações especiais de Juliana Sinimbú e Kim Marques.




SERVIÇO

Baile BregaChic- Lia Sophia
Convidados: Dj Pro.Efx, Juliana Sinimbú e Kim Marques
Local: Vitrola (Rua dos 48, nº 42, entre Padre Eutíquio e Presidente Pernambuco - 91-3222-0164 begin_of_the_skype_highlighting 91-3222-0164 end_of_the_skype_highlighting)
Data: 19 de março - sábado
Horário: 22h
Ingresso: R$ 20 - com flyer ou nome na lista (enviar e-mail para
bailebregachic@yahoo.com.br), R$ 15
Informações: 91-8119-8733 begin_of_the_skype_highlighting 91-8119-8733 end_of_the_skype_highlighting
O casal mais bregachic da noite levará para casa um vale Pizz’Up
Apoio: Ecleteca

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Dias: 22, 25, 29/03 & 1, 5, 7, 8, 12, - horário: 19 às 22h
Investimento R$100,00